Essa é a declaração de amor que eu gostaria de fazer se valesse a pena:
"Quero levar-te aquela ilha, onde serás amado, serás aceito do jeito que és. Onde podes tirar a máscara e deixar esplender o seu rosto, onde minha ternura não se espantará com seu grão de loucura . Onde minha paixão não diminuirá com tua parcela de medos. Onde podes ser o que és, naturalmente, e mesmo assim farei de ti um rei". (Lya Luft)
E queria colocar uma foto real, mas vai essa mesmo
sábado, 30 de outubro de 2010
Felicidade
Vale a pena postar trechos de algumas leituras que ando fazendo ultimamente. Adoro a Lya Luft, e gosto ainda mais da capacidade de nos fazer refletir de uma maneira crítica sobre o ser.
Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada. (Lya Luft)
E um desafio lançado: Viver com mais senso da própria dignidade.... DIGNIDADE DIGNIDADE
Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada. (Lya Luft)
E um desafio lançado: Viver com mais senso da própria dignidade.... DIGNIDADE DIGNIDADE
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