Segundo Nietzsche, tudo o que foi vivido vai se repetir um dia num eterno retorno indefinido. Foi um dia de reflexão... de ler poesias, de ouvir músicas com letras que parecem que eu escrevi. Não estou melancólica, apenas pensativa, refletindo sobre a vida, sobre os acontecimentos, sobre pessoas, amores .... Li algumas coisas que escrevi há um tempo e parece que as mesmas dúvidas que tinha, ainda tenho. A diferença é que hoje sei lidar com elas de maneira mais tranquila, sabendo que nem sempre terei respostas para tudo. Conquistei muitas coisas que aquela menina que escrevia um diário queria, talvez as que ela mais desejava. Consegui e não sou mais feliz por isso, sou feliz pelas mesmas coisas que me deixavam feliz quando era criança e achava que não tinha nada pra ser feliz, mas ao mesmo tempo era tomada por vários momentos de alegria, amor.... felicidade por ficar perto da minha família, por sonhar com amigos, por simplesmente sentar na mesa da cozinha com meu irmão e ficar rindo de coisas sem sentindo até sentir a boca dormente e o fôlego falhar, comendo chocolate e tomando leite gelado direto da caixa. Fazíamos isso só pra nossa mãe dar bronca quando ela se dava conta disso. Pra fechar o dia de reflexão e de pensamentos que interessam apenas a mim, vou postar um trecho de um poema do Oswaldo Montenegro, lindo maravilhoso:
"Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo".
sábado, 22 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Reflexão
Nem sei o porque escrevo, mas quando coloco algumas reflexões na net, parece que alguém (mesmo que não seja verdade) está lendo e compartilhando opiniões, sentimentos... Ontem, na minha timeline do twitter, um amigo querido postou sobre a falsa aceitação da sociedade aos homossexuais, pela frente sem preconceito, mas na hora de entrar em um local público e encarar com naturalidade casais de homossexuais, nada feito. Ele colocou ainda que sentia, por ser gay, que as pessoas o aceitariam melhor se ele fosse cabeleireiro, costureiro, essas profissões que são taxadas "para gays".
A verdade é que a sociedade cria um modelo de comportamento que devemos seguir, independente de ser homo, hetero, bi ou sei lá.... e "ai" daquele que não vive segundo padrões pré-estabelecidos. Ai de mim então, pra falar a verdade não tenho muito saco pra fazer a política da boa vizinhança, esconder o que eu penso e fazer parte de alguns ciclos de amizade que são um saco. Acho que estou muito errada por não conseguir fazer essas coisas, mas sinto muito, não consigo viver como se eu tivesse que seguir um script.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Saindo um pouco fora...
A inveja é deprimente...Tem pessoas que perdem seu tempo, sua festa, seu momento observando os outros. Quem faz isso deve ter uma vida deprimente. A vida de quem faz isso deve ser uma merda. Quando eu saio pra me divertir eu cago pra o que está a minha volta. Vidinha medíocre a sua né?
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