sábado, 30 de outubro de 2010

Declaração de amor

Essa é a declaração de amor que eu gostaria de fazer se valesse a pena:

"Quero levar-te aquela ilha, onde serás amado, serás aceito do jeito que és. Onde podes tirar a máscara e deixar esplender o seu rosto, onde minha ternura não se espantará com seu grão de loucura . Onde minha paixão não diminuirá com tua parcela de medos. Onde podes ser o que és, naturalmente,  e mesmo assim farei de ti um rei". (Lya Luft) 


E queria colocar uma foto real, mas vai essa mesmo

Felicidade

Vale a pena postar trechos de algumas leituras que ando fazendo ultimamente. Adoro a Lya Luft, e gosto ainda mais da capacidade de nos fazer refletir de uma maneira crítica sobre o ser. 






Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada. (Lya Luft)


E um desafio lançado: Viver com mais senso da própria dignidade.... DIGNIDADE DIGNIDADE

sábado, 22 de maio de 2010

pensamentos

Segundo Nietzsche, tudo o que foi vivido vai se repetir um dia num eterno retorno indefinido. Foi um dia de reflexão... de ler poesias, de ouvir músicas com letras que parecem que eu escrevi. Não estou melancólica, apenas pensativa, refletindo sobre a vida, sobre os acontecimentos, sobre pessoas, amores .... Li algumas coisas que escrevi há um tempo e parece que as mesmas dúvidas que tinha, ainda tenho. A diferença é que hoje sei lidar com elas de maneira mais tranquila, sabendo que nem sempre terei respostas para tudo.     Conquistei muitas coisas que aquela menina que escrevia um diário queria, talvez as que ela mais desejava. Consegui e não sou  mais feliz por isso, sou feliz pelas mesmas coisas que me deixavam feliz quando era criança e achava que não tinha nada pra ser feliz, mas ao mesmo tempo era tomada por vários momentos de alegria, amor.... felicidade por ficar perto da minha família, por sonhar com amigos, por simplesmente sentar na mesa da cozinha com meu irmão e ficar rindo de coisas sem sentindo até sentir a boca dormente e o fôlego falhar, comendo chocolate e tomando leite gelado direto da caixa. Fazíamos isso só pra nossa mãe dar bronca quando ela se dava conta disso. Pra fechar o dia de reflexão e de pensamentos que interessam apenas a mim, vou postar um trecho de um poema do Oswaldo Montenegro, lindo maravilhoso: 
"Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo".